quinta-feira, 2 de abril de 2015

MUDANÇA DE ASSUNTO A SER TRATADO NO BLOG

A partir de hoje o blog O PROJETISTA passará a se chamar O GERENTE DE PROJETOS. Iremos tratar de assuntos relacionados ao gerenciamento de projetos em todas as esferas. Aqui serão realizadas postagens sobre ferramentas de gestão, modelos de maturidade, novidades do PMI, entre outras coisas.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Carta do IBGE Vetorizada (São José do Rio Preto SF-22-X-B-IV-3)

Pessoal, eu digitalizei a carta do IBGE de São José do Rio Preto, Ref. São José do Rio Preto SF-22-X-B-IV-3. Quem tiver interesse favor enviar e-mail com solicitação para radneves@gmail.com. Informar se deseja em dwg ou pdf.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Parecer Técnico sobre o Plano de Intervenção para Reutilização de Área Contaminada

O Responsável Legal por área classificada como área contaminada sob investigação (AI) ou área contaminada (AC), que tenha interesse em reutilizar essa área para um novo uso residencial, comercial, de lazer, desportos ou industrial, entre outros, deverá solicitar à CETESB um “Parecer Técnico sobre Plano de Intervenção para Reutilização de Área Contaminada” na Agência Ambiental da CETESB responsável pela região onde está inserida a área em questão, com o objetivo de verificar a viabilidade da proposta, atendendo aos requisitos legais descritos na Legislação Ambiental do Estado de São Paulo, destacando-se a Lei 997/1976, Decreto 8.468/1976, Decreto 47.400/2002, Decreto 47.397/2002, Lei 13.577/2009 (em fase de regulamentação), além das legislações municipais. O pedido de Parecer Técnico deverá ser instruído com a seguinte documentação: - Impresso denominado "Solicitação de", devidamente preenchido e assinado. • Procuração, quando for o caso. • Plano de Intervenção para Reutilização de Área Contaminada, elaborado pelo Responsável Técnico designado pelo Responsável Legal, e que deverá ser conter: - relatório com a descrição detalhada das medidas de intervenção propostas, no nível executivo, a serem adotadas na área contaminada para viabilizar o novo uso proposto. As medidas de intervenção propostas poderão ser dos seguintes tipos: medidas de remediação, medidas de controle institucional e medidas de controle de engenharia, podendo ser adotadas em conjunto ou isoladamente, conforme descrito na Decisão de Diretoria 103/2007/C/E, e futuramente com base no texto regulamentador da Lei 13.577/2009. Também deverão ser apresentadas as partes do projeto da obra que sejam importantes para a elaboração do plano de intervenção. - plantas e seções com a representação das plumas de contaminação, dos mapas de risco e das intervenções; - os seguintes anexos: - avaliação preliminar; - investigação confirmatória; - investigação detalhada; - avaliação de risco. - matrículas atualizadas de todos os imóveis envolvidos e sua representação espacial na planta da área que é objeto do Parecer Técnico; - documento que comprove quem será o responsável pelas medidas de intervenção; - endereço eletrônico do responsável legal. Obs: - os 4 anexos e o Plano de Intervenção deverão conter as Declarações de Responsabilidades, assinadas pelo Responsável Legal e Responsável Técnico, devidamente identificados (nome e CPF) e as Anotações de Responsabilidade Técnica (ART) ou declarações dos conselhos profissionais do(s) técnico(s) responsável(is); - os laudos analíticos deverão ser apresentados apenas em meio digital; - deverão ser informadas nos anexos a(s) razão(ões) social(is) do(s) laboratório(s) que realizaram as análises, bem como a quantidade e os números identificadores dos laudos analíticos. • Documentação complementar a ser entregue em casos de Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) ou Microempreendedor Individual (MEI): - Cópia do contrato social, registrado na Junta Comercial do Estado – JUCESP (exceto para empresas recém constituídas) e declaração do responsável pela empresa de que responde, sob as penas das Leis Civil e Penal, pelas informações prestadas (conforme modelo), comprometendo-se ainda a informar à CETESB caso deixe de ser enquadrada na condição de Microempresa ou de Empresa de Pequeno Porte; - Cópia do Comprovante de Optante pelo Simples Nacional (quando couber); Preço: 70 UFESP Preço para microempresa ou empresa de pequeno porte: 7 UFESP Ao protocolar o pedido, a Agência Ambiental emitirá a Ficha de Compensação com o preço da solicitação, que poderá ser recolhido em qualquer banco, até o vencimento. Após o vencimento, somente poderá ser recolhido no Banco do Brasil, num prazo de 10 dias. Decorrido este prazo, nova Ficha de Compensação deverá ser obtida junto à Agência Ambiental da CETESB. Legislação Definição do Preço: Artigo 74 do Regulamento da Lei nº 997/76 aprovado pelo Decreto nº 8.468/76 e alterado pelo Decreto nº 47.397/02. Informações adicionais - Todos os documentos que forem apresentados em cópias xerográficas deverão ser apresentados em conjunto com o original para conferência. - Todos os documentos, quando não for especificado, devem ser apresentados em uma via. - A CETESB se reserva o direito de exigir complementação de informações a qualquer momento da análise do processo. - Procuração, quando for o caso.

ETAPAS DO GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS / CETESB

O gerenciamento de áreas contaminadas (ACs) visa minimizar os riscos a que estão sujeitos a população e o meio ambiente, em virtude da existência das mesmas, por meio de um conjunto de medidas que assegurem o conhecimento das características dessas áreas e dos impactos por elas causados, proporcionando os instrumentos necessários à tomada de decisão quanto às formas de intervenção mais adequadas. Com o objetivo de otimizar recursos técnicos e econômicos, a metodologia utilizada no gerenciamento de ACs baseia-se em uma estratégia constituída por etapas sequenciais, em que a informação obtida em cada etapa é a base para a execução da etapa posterior.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Análise de Estruturas

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA Análise de Estruturas Mecânica Geral I Prof. Paulo Santa Maria, Julho de 1999 Análise de Estruturas Treliças Def. :É uma estrutura da engenharia, usada para solução prática e econômica de diversas situações que ocorrem na engenharia. Consiste de barras ligadas em juntas, apenas nas suas extremidades, assim nenhuma barra é contínua através de uma junta. De forma geral as treliças são barras delgadas que quase não suportam cargas laterais, com isso todas as cargas devem ser aplicadas às várias juntas e não as barras em si. Os pesos das barras da treliça são considerados como aplicados as juntas, sendo metade do peso de cada barra aplicado a cada uma das duas juntas que a barra interliga. A treliça pode ser considerada como um grupo de pinos e barras com duas forças. Em geral após todo um estudo da estrutura em que as barras deveram se dispor, teremos uma estrutura de alta resistência e baixo custo. Treliças Simples A treliça simples pode ser caracterizada por sempre apresentar três barras, sendo que com esta estrutura ela jamais se deformará, esta estrutura poderá ser repetidas quantas vezes forem necessárias, de acordo com o tipo de sustentação que esta deverá ter. A carga que será imposta em um dos nós , ou em todos os nós, será distribuída ao longo de toda a barra, agirá sobre estas forças de compressão e de extensão. Análise de Treliças pelo Método dos Nós De modo a desenvolver rapidamente a análise de treliças, é desejável estabelecer um método uniforme para denotar os diferentes nós, barras, cargas e forças. Isto é feito através do uso da seguinte notação, conhecida como “notação de Bow”. 1. Nós: um nó é especificado nomeando-o no sentido horário com as letras correspondentes a todas as áreas adjacentes ao nó. 2. Barras: uma barra é especificada nomeando-a com as letras das duas áreas adjacentes. 3. Cargas: uma das cargas é especificada lendo no sentido horário as letras das duas áreas adjacentes à carga. 4. Forças: (Exercidas pelas barras sobre os pinos). Denotamos a força que ela exerce pela leitura das letras das duas áreas adjacentes à barra no sentido horário com relação ao nó. Nós sob Condições Especiais de Carregamento Quando há dois pares de forças diretamente opostas agindo sobre o pino, estas forças devem ser iguais. Barras de força zero: estas não são inúteis, pois provavelmente suportaram cargas se as condições de carregamento forem alteradas. Além disso mesmo no caso de considerado, estas barras são necessárias para suportar o peso da treliça na forma desejada. Treliças Espaciais Quando várias barras retas são unidas por suas juntas para formar uma estrutura tridimensional. Todas as considerações feitas anteriormente conferem para este estrutura, e assim dando a esta uma utilidade inesgotável de opções para dar a uma estrutura uma maior resistência a baixo custo. Para que uma treliça espacial seja completamente vinculada e para que as reações nos seus suportes sejam estaticamente determinadas, os apoios devem consistir de uma combinação de esferas, roletes e rótulas fornecendo seis reações incógnitas, estas podem ser rapidamente determinadas resolvendo-se as seis equações que exprimem o equilíbrio da treliça tridimensional. Contudo, para evitar resolução de muitas equações simultâneas, deve-se cuidar de selecionar os nós em uma ordem tal que nenhum nó selecionado envolva mais que três incógnitas. Exemplo: Empregando o método dos nós, determinar a força em cada barra da treliça mostrada. Solução: Desenha-se o diagrama de corpo livre da treliça toda. As forças externas que atuam neste corpo livre consistem das cargas aplicadas e das reações. Colocam-se letras na treliça, usando a notação de Bow. As cargas aplicadas, são portanto AB e BC, as reações são CD, DE e EA. Equilíbrio da Treliça toda. + M3=0: (2.000 kgf)(12 m)+(1.000 kgf)(6 m)-(EA)(3 m)=0 EA=10.000 kgf EA=10.000 kgf  +Fx=0 DE=0 +Fv=0: -2.000 kgf – 1.000 kgf + 10.000 kgf + CD = 0 CD=-7.000 kgf CD=7.000 kgf  Nó 1. Este nó está submetido a somente duas forças incógnitas, a saber, as forças exercidas pelas barras bf e fa. Emprega-se um triângulo de forças para determinar BF e FA. Observe-se que a barra bf puxa este nó e portanto está tracionada e que a barra fa empurra o nó, estando portanto em compressão. Os módulos das duas forças são obtidos a partir da proporção 2.000 kgf = BF = FA_ 4 3 5 BF= 1.500 kgf T FA= 2.500 kgf C Nó 4. Uma vez que a força exercida pela barra af já foi determinada, restam apenas duas forças incógnitas neste nó. Novamente se empregará um triângulo de forças para determinar as forças incógnitas nas barras fg e ga. FG=AF FG= 2.500 kgf T GA= (2)(3/5AF) GA= 3.000 kgf C

Utilização do Log Plot

Esse arquivo, chama-se plot.log e encontra-se junto ao arquivo de desenho, no mesmo diretório que ele, então quando mandamos imprimir, este arquivo é atualizado. Desta forma, não é viável termos vários plot.log “espalhados” pelos diretórios de trabalho e por computadores (pensando em usuários de rede). Então vamos alterar o caminho e fazer com que todos os plot.log sejam um só arquivo, atualizado e que a cada impressão, uma linha a mais seja acrescentada. Note que ligando a variável para que sejam gravados arquivos log, os desenhos abertos também terão um log cada um, esses podem ser apagados sem causar danos. 1. Antes de tudo, temos que criar uma pasta no Windows Explorer, que será onde ficarão guardados os arquivos.
2. No Autocad, digite OPTIONS e vá na “guia” OPEN AND SAVE, marque a opção MANTAIN A LOG FILE, veja abaixo:
3. Na guia FILES, na pasta LOG FILE LOCATION, altere o caminho para a pasta que você criou no Windows Explorer, veja abaixo: 4. Agora abra um arquivo qualquer para podermos configurar a impressão e assim o diretório do plot.log.
5. Peça o comando para imprimir e na caixa de impressão, vá para a “guia” PLOT DEVICE, clique em SETTINGS, veja figura abaixo:
6. Isso vai abrir outra caixa conforme abaixo, clique em LOAD, selecione o arquivo mm.pss e carregue, conforme abaixo:
7. Carregado o arquivo, os campos são liberados para escolha das informações que se deseja plotar no arquivo, você pode ou não deixar configurado, esta é outra opção que veremos mais tarde. 8. Clique em ADVANCED,
Marque a opção CREATE A LOG FILE, clique em BROWSE e selecione a pasta onde quer gravar e atualizar o plot.log, veja abaixo:
10. Dê OK em todas as caixas, até chegar à caixa de impressão, conforme abaixo:
11. Você pode deixar desmarcada a opção ON em PLOT STAMP, para que algumas informações não saiam na impressão, isso não vai afetar a gravação do arquivo plot.log.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O QUE É GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE ACORDO COM O PMI?

Mais especificamente, o que é um projeto? é um conjunto de atividades temporárias, realizadas em grupo, destinadas a produzir um produto, serviço ou resultado únicos. Um projeto é temporário no sentido de que tem um início e fim definidos no tempo, e, por isso, um escopo e recursos definidos. E um projeto é único no sentido de que não se trata de uma operação de rotina, mas um conjunto específico de operações destinadas a atingir um objetivo em particular. Assim, uma equipe de projeto inclui pessoas que geralmente não trabalham juntas – algumas vezes vindas de diferentes organizações e de múltiplas geografias. O desenvolvimento de um software para um processo empresarial aperfeiçoado, a construção de um prédio ou de uma ponte, o esforço de socorro depois de um desastre natural, a expansão das vendas em um novo mercado geográfico – todos são projetos. E todos devem ser gerenciados de forma especializada para apresentarem os resultados, aprendizado e integração necessários para as organizações dentro do prazo e do orçamento previstos. O Gerenciamento de Projetos, portanto, é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para a execução de projetos de forma efetiva e eficaz. Trata-se de uma competência estratégica para organizações, permitindo com que elas unam os resultados dos projetos com os objetivos do negócio – e, assim, melhor competir em seus mercados. Ele sempre foi praticado informalmente, mas começou a emergir como uma profissão distinta nos meados do século XX. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK®) identifica seus elementos recorrentes: Os grupos de processos do gerenciamento de projetos são 5: Início Planejamento Execução Monitoramento e Controle Encerramento O conhecimento em gerenciamento de projetos é composto de nove áreas: Gerenciamento da Integração Gerenciamento de Escopo Gerenciamento de Custos Gerenciamento de Qualidade Gerenciamento das Aquisição Gerenciamento de Recursos Humanos Gerenciamento das Comunicações Gerenciamento de Risco Gerenciamento de Tempo É claro que todos os gerenciamentos dizem respeito a isso. Mas o gerenciamento de projetos traz um foco único delineado pelos objetivos, recursos e a programação de cada projeto. O valor desse foco é comprovado pelo rápido crescimento em todo mundo do gerenciamento de projetos:

É necessário que o Gerente de Projetos tenha conhecimento técnico sobre o projeto que irá gerenciar?

Um assunto muito comum que normalmente leva a discussões acaloradas em diversos ambientes, tanto digital quanto presencial, é sobre a ne...